Hoje não há forma de me conseguir concentrar no trabalho. A situação por cá não é das melhores, mas nem entro por aí. Tive a infelicidade de ter como superior uma pessoa sem princípios (não sei se será a palavra correcta, talvez demasiado leve para qualificar a dita), ela não fala comigo, o que cria situações caricatas quando eu falo com ela, sim, porque a boa educação assim o obriga, e acho uma certa piada quando lhe falo e não me responde ;p
Nesta situação a minha atitude não podia ser outra, fiz o correcto e não me arrependo. Se as entidades competentes reconhecem que a atitude foi acertada, se este tipo de situações não pode passar impune não vai ser a birra dela que me vai maçar. Devia ter pensado nisso quando achou que pisar meio mundo é solução para os fins maquiavélicos a que se propõe. Quando se tem um trabalho em que de certa forma outras pessoas dependem de nós, não me parece de todo correcto que alguém se aproveite da fragilidade e dos problemas dessas mesmas pessoas em beneficio próprio. Não é assim que se fazem as coisas. Não é isso que vem no Código Ético e Deontológico. Há que separar as coisas. Acima de tudo o respeito pelo próximo.
O que me entristece é o facto de ninguém conseguir por travão a este tipo de situações. Acho incrível como o nosso país, governo, justiça ou seja lá o que for, é, até certo ponto, conivente com estas atrocidades. Por mais que pense não entendo. O que mais custa é ver que quem sofre com estas falhas são as pessoas com quem trabalho.
O que me tranquiliza é a consciência. A minha consciência. Limpa!
Para piorar... Segunda vais para Aveiro...sem mim...ainda temos o fim de semana no meio, vou aproveitar-te muito bem...Amo-te muito
P.S- Vou animar-me amor, prometo!